quinta-feira, 19 de julho de 2018

A esquerda e palavrinha democracia

A alma moderna e religiosa, ela acredita no progresso, nas evocacoes quse misticas da democracia, etc

Uma pessooa nao pode ser manipulada, mas as palavras nao so podem com o sao.
 A pretexto de inserir um grave c se analfabetos nao podiam votar porque nao podiam ler e compreender as informacoes, que dizer "caso" brasileiro, entao?

Vamos ser realistas?
"Nao ha esperanca para um regime de idiotas"

Nao obstante a escola deveria dar ferramentas que ajudassem estudantes a compreender melhor, pelo contrario ela cria "obstaculos"

Democracia e palavra preferida dos politicos, incluvise defendida pelos grupos mais distintos, nao e piada.
Ao passar dos anos a palavra passou a ser usada  para "evocar" nas massas os maiores delirios e absurdos,ao inves de descrever um sistema e suas vantagens.
Essa era a era do marketing na politica. Esses dias conversando com um amigo falei com era produto

Ao nascer historicamente com as ideias liberais, ela representava o fim da aristocracia e da monarquias, das classes privilegiadas, que sustenva o modelo economico mercantilista.
Todas as acoes relacionadas ao Estado, protecionismo, intervencionismo, em oposicao a sociedade burguesa com mercado,




Revolução cultural, como ja disse cultura trata de um tema abrangente, diz respeito "aspectos" do homem.
O ato de compreender, expressar, raciocinar sobre qualquer coisa, e precedido pelo contato mais imediato com a realidade,  choque , a admiração uma serie de percepções  a sensibilidade.
Toda "cultura" clássica e humana esta alicerdada nessas verdades, intelecto e sensibilidade,

Pode notar que novela após novela um dos personagens esta envolvido em situação "polemica", e  no fun a mensagem final e a suposta derrota do moralismo e a exaltação da destruição estética e elevada como ato heroico.
Em suma faca uma comparacao do clássico com as novelas, se fizer com atenção necessarioa vera que fincao dela e rebaixar a coisa A tv brasileira e uma exposição continua de lixo estético e cutlural.

No plano dos grandes escritores da literatura universal, aqueles que vc leitor não teve  contato na escola , um personagem negativo anti-heroi, fazia o papel de constratar com o jogo que durante uma historia ficcao,  ia levando o leitor a um modelo ideal de conduta, o perfeito o ideal.
Era em visto disso da formação da sociedade que teatros e as apresentações aconteciam, eles eram a alma da cidade e se pretendia uma ligação entre esta e alma individual.

No caso do Brasil e esse conteúdos o que s faz e aplauso ao pior, e dos modelos e mentalidade revolucionaria, aplicada em larga escala de forma sutil.

O que voce pode esperar de um pais em que esses são ao maiores modelos de conduta. a politica e um reflexo da exibição da tv. e uma cidadão comum dificilmente passa horas diante desses conteúdos sem ter perdido seu senso estético das coisas.

o que quer o Feminismo contemporaneo ?

Dissolver as identidades nacionais  e cosmovisões tradicionais e lacos sociais.

Por isso nuca tome esses modismos com base em seu apelo imediato, e preciso vê-lo em sua relação com um todo maior nação, família, tradição, personalidade esses 4 em um contexto que criador de "sentido".
em construção...

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Outro dia mais uma selfie

autoria, Joao Pereira Coutinho colunista português da Folha.

Selfies...

Outro dia, chegava em casa e parei o carro antes de entrar na garagem. Uma moça de 20 anos, talvez mais, talvez menos, tirava "selfies" nas escadas do prédio. Em todos os ângulos, em todas as posições. Com sorriso, sem sorriso, boca aberta, boca fechada.

Contemplei. Não pelos motivos lascivos que ocupam a cabeça do leitor impuro. Razões sociológicas –juro, juro. O cenário era anônimo. Não havia ali nenhuma paisagem, nenhum monumento. Nenhuma ocasião festiva a merecer consagração póstuma. A moça, na sua solidão e em plena via pública, posava para ela própria.

Foi então que os nossos olhares se cruzaram. Bem sei que o leitor impuro é incapaz de ler essa frase na maior inocência. Mas houve inocência –juro, juro: depois de me ver, ela continuou com as suas poses. Não por provocação ou divertimento. Para ela, tirar "selfies" era tão natural como caminhar ou olhar uma vitrine. Para ela, eu nem sequer estava ali.

Como explicar, digamos, a psicologia do momento?

Nem de propósito. Dias depois, em artigo intitulado "The Psychology of Selfies", o psicólogo David Ludden partilhava na revista "Psychology Today" um estudo sobre o tema.

Conta ele que cientistas da Universidade da Flórida conseguiram encontrar três padrões de "selfies": "selfies" frontais, "selfies" de baixo para cima e "selfies" de cima para baixo. Sim, há universidades que financiam isso. Mas esse não é o ponto –um pouco de paciência, por favor.

O ponto é que os três "paradigmas" (peço desculpa pela palavra) parecem corresponder a atitudes uniformes dos sexos. Quando um homem tira uma "selfie" de baixo para cima, ele se coloca numa posição dominante –e os destinatários são sempre masculinos. Quando um homem tira uma "selfie" frontal, ele mostra empatia, apoio, solidariedade –e os destinatários são sempre femininos. Pelo visto, os homens não tiram "selfies" de cima para baixo. E entre as senhoras?

Afirmativo. Quando a "selfie" é tirada de cima para baixo, ela se coloca numa posição submissa –para os homens. Quando a "selfie" é frontal, é para partilhar com as amigas. Inversamente aos homens, as mulheres não tiram "selfies" de baixo para cima.

Teoricamente, nada disto provoca espanto. Qualquer cinéfilo seria capaz de antecipar a teoria. Basta olhar para o cinema "clássico" e recordar a sua sucessão de "plongées" e "contre-plongées", ou seja, planos de cima e planos de baixo. Os primeiros colocam o personagem em situação de inferioridade, submetido aos caprichos da narrativa. Os segundos invertem esse sentido, consagrando a majestade do herói.

Acontece que o estudo não é meramente teórico. Os pesquisadores testaram a hipótese: separadamente, convidaram homens e mulheres para umas sessões de "selfies".

Quando os homens eram informados que o público seria feminino, os retratos eram frontais. Quando as mulheres eram informadas que o público seria masculino, era de cima para baixo. O resto também conferia: "selfies" masculinas de baixo para cima, só quando havia outros machos. "Selfies" femininas frontais, só para as amigas.

Uma leitura apressada diria que biologia é destino: inconscientemente, habita ainda em nós o velho macaco, e a velha macaca, com suas manhas de sobrevivência e reprodução. O título da seção do prof. David Ludden ("Talking Apes", macacos falantes) parece apontar nesse sentido.

Aconselho prudência nas conclusões, até para não provocar achaques em feministas fanáticas. O estudo, como é óbvio, tem uma falha: ninguém perguntou às moças que tipo de "selfie" elas tirariam se o destinatário fosse um homem de meia-idade que as observa do interior de um carro.

Suspeito que a máxima "as mulheres não tiram 'selfies' de baixo para cima" deixaria de ter validade universal.

João Pereira Coutinho

Da Familia natural aos tempos modernos

obs: ja e possível ler, mas ainda não esta na forma final.
A lingua e maravilhosa e em pequenos detalhes ela orienta nossa compreensão, ela revela as coisas como são, a estrura da linguagem revela uma realidade. O enunciado no titulo, ja denota algumas transformações culturais, que podem ter colocado as coisas fora do lugar, viver justamente perceber tal fato, e reordena-las.
Esse assunto e sobre a sociedades antigas ou conservadoras, e as extremamente burocratizadastoda s modernas. O que pretendo tratar brevemente acontece não em  toda sociedade moderna, mas apenas naquelas que perderam um traco fundamental de sua concepção, direi logo mais o do que se trata. 
A nação americana e bem conservadora, aqui caberia  apresentar  uma definição necessaria, mas deixo para o final  do artigo, para que voce mesmo possa ir intuindo o que isso significa.
Primeira advertência, não se faz politica sem tratar desses assuntos, digo politica com P maiúsculo, Todos que tomam parte nesse assunto presos aos vícios  do debate nacional , não estão preparados para restautar esse tipo de potitica a que me refiro, a que coloca as coisas no lugar.

 Logo de inicio uma advertência a palavra família não deve ser usada no sentido moralista, porque isso não nos leva onde queremos chegar, e eis a questão .
Esse termo deve ser usado como equivalente do termo natural, aquilo que mais próximo do homem, na linguagem do pensamento conservador a natureza humana, termo cujo sentido esta presente nas  tradição e na literatura grego-latina por mais de 1000 anos.
A critica da politica pode ser apresentada na forma de um breve enunciado, "A sociedade não foi feita para ser administrada por burocratas"
O motivo e claro o papel histórico e do individuo e exatamente , dele e demais ninguém. o conteúdo da afirmação se aproxima da filosofia espanhola no meio de suas rotinas, me refiro aquilo que mais intimo em cada um.
Um dos pontos interessantes como exemplo do que e dito acima, consite na ideia de que ao longo dos a anos com o aumento da  burocracia  e o controle estatal, as regras comecam  a substituir o acordo formal entre indivíduos. Textos antigos  na bíblia e literatura são testemunho de como e a vida na sua forma natural. Veja por exemplo as sociedades antigas, os codidos, pedras, o lei mosaica e veja quão simples e natural e tudo ali, quão diferente e dos discurso positivista nas sociedades modernas.

A  inteligencia e vida humana em certo aspecto a sociedade deve ser regida pelo contato com tradição, simplesmente porque toda tradição contem uma espécie de código, resgistro e testemunho.

Viver e sociedade algo natural e, proximo da natureza da espécie, também o termo natural oponho a ideia de ciência, ou estado positivado, ou seja quando tudo aquilo que e mais natural vai sendo ocupado por novas ideias costumes a modernidade em suma .

Uma das coisas mais interessantes, no império romano e o funcionamento da família, e a educação da criança. A ideia geral era que a família e ambiente que formava  a criança num longo prazo para a inserção na vida adulta. A consciência família desenvolvida ao longo do tempo proveu essa forma de organização natural, tudo isso tendo com base a palavra  disciplina,  um paralelo da palavra educar ou formar. Todas dizem respeito, a um so fenômeno.
O que esta em vista e a pessoa como  individuo no final contas e vida em coletividad com todas suas possibilidades e criar-lhe o gosto, a moderação,  no  sentido de melhor  dirigir a própria vida, as ideias correspondentes a perfeição e modelo, ja estavam bastante consolidadas nas culturas antigas.

Em uma sociedade moderna progressista, tudo isso simplesmente sumiur e ninguém viu o ladrão!

Voltando a família, e verdade que nela não existam leis no sentido jurídico, mas sim normas. O tipo de vida que voce encontra ali, apesar de ser  uma experiência "comum" no tempo não se encontra  mais na experiência cognitiva, formativa nossa forma de pensar e outra,  o contato com passado e tradição perdeu-se
Como era natural de se esperar apenas um programa britânico onde uma psicologia visita acompanha e orienta uma família disfuncional ou em desordem comportamental voce pode ver o sentido de algo tomando forma, que antes era disforme, confuso.
Bom basta lembrar ao bom britânico que não ha uma so lei do estado que a ajude dar  essa forma.

Agora quase finalizando, pretendo colocar o que chamo a cereja do bolo. 
Em termos do pensamento intelectual o que nos interessa saber
A modo mais natural de pensar esta forma e concepção esta ligada ha uma corrente chamada conservadorismo, em seus gêneros de analise , mais descritivos, ou na literatura com imitação da realidade , as biografias estão "repletas" dessa forma mais natural de convivência e ali voce ter na ficcao , um hsitoria que e passível de ser verdadeira e com habilidade do escritor , procura na historia levar o leitor a identificar tirar verdades fundamentais.

Aquilo que e mais natural, permanente ligado a  condição humana esta banido, Sem que voce compreenda como isso aconteceu, e impossível se re-orientar. Essa mudança aconteceu por conjunção de fatores politicos , da comunicação de mídia e na expressão  de Ortega a politização da linguagem. 
A estatização das escolas cominadas por intelectuais progressistas ferrenhos inimigos da tradição, do clássico conseguiu popularizar um modelo de modo a afastar a sociedade daquilo que conservador, clássico e natura.
Como eu disse pensamento conservador e uma corrente intelectual, e tratar o termo como equivalente do moralismo pessoal, e reduzi-lo afim de esconder seu significado.

E so isso que  para vencer essa condição , e preciso restaurar toda uma classe intelectual no Brasil.
A maioria dos burocratas administradores da sociedade, com Marina Silva, Alckmin xux e Cristovao Buarque são completamente alheios a essa visão!

E contato com a literatura tem a riqueza de colocar uma pessoa em contato com linguagem dos fatos, e da vida são expressões da inteligência natural para testemunhar o que se passa na realidade .

Para as vitmas as quais lhe foram ocultados ,todo essa forma de saber no Brasil, deixo aqui alguns nomes que podem servir de fontes para o pensamento conservador. 

Como toda essa infame onda politico cultural , estamos tendo um  prejuízo incalculável que a perda progressiva  do senso da realidade, de tao bombardeados que somos pela propaganda dia a dia.

Estrategias para mudança.
Para descrever nesse cenário o desenho de uma sociedade conservadora. 
no artigo voce tem o individuo e a vida , isso e forma natural. Mas não elimina as institucoes, porem essas devem se adaptar ao natural e forma seria a releitura da tradição.

Ja escrevi em outro artigo, sobre meios e fins para alcançar isso seriam a restauração da Igreja Catolica, no sentido de *recuperar sua imagem real e o papel cultural como instituição milenar, que se espalhou pela Europa. 
Provavelmente a palavra Tradição, expresse melhor o que quero comunicar.


Declaração de Madrid para a compreensão, respeito e liberdade.

Madrid, 23 de Fevereiro de 2018.
A tão aclamada “perspectiva de gênero” foi inicialmente introduzida na agenda internacional para garantir a igualdade de oportunidades e de direitos entre homens e mulheres. Hoje, isso se tornou uma autêntica “ideologia de gênero”, com objetivos que são perigosos para a democracia. A ideologia de gênero tem sido usada violentamente e se transformou, do que poderia ser, em uma mentira.
Especialistas e cientistas de diferentes ramos (médico, legal, social e político), representantes de organizações não-governamentais do mundo todo e homossexuais se reuniram em Madrid para discutir as estratégias e consequências da ideologia de gênero. Os conferencistas chegaram às seguintes conclusões, as quais gostaríamos de compartilhar com o público e a mídia:
1 – Ainda há muito trabalho a ser feito para se chegar a um completo respeito a todos os indivíduos, no sistema educacional e na sociedade em geral. Ainda é necessário educar, e em certos casos legislar, para evitar a violência contra crianças e adultos, devido a diferenças de cultura e de sexo, diferenças físicas – como obesidade ou deficiência –, ou instâncias de disforia de gênero ou atração pelo mesmo sexo.
2 – Em nossa sociedade, há pessoas que sofrem. Essas pessoas deveriam receber cuidados e ser protegidas de atos de violência, mas também devemos ter ciência de que há diversas formas de ajudá-los. Por exemplo: em casos de disforia de gênero em crianças, algumas pessoas defendem que se obstrua a puberdade e se prescrevam hormônios do sexo oposto pelo resto de suas vidas. No entanto, muitos cientistas proeminentes e estudos médicos demonstram que essa medida é nociva. Outras soluções precisam ser examinadas e as questões precisam ser estudadas com mais profundidade. Os pais desses menores de idade e outros que lhes sejam próximos também sofrem e anseiam pela melhor solução para seus filhos e filhas. Essas crianças não deveriam ser usadas como “armas humanas” em uma batalha ideológica.
3 – Em nome da liberdade, a liberdade está sendo eliminada. As apologistas da ideologia de gênero estão violando os direitos fundamentais e a liberdade, sob o pretexto de promover a igualdade e o respeito pela diversidade:
a) Qualquer um que discorde dos postulados da ideologia de gênero é censurado, severamente punido, difamado e estigmatizado como “homofóbico”, “transfóbico”, e outros insultos depreciativos. A liberdade de opinião e o debate científico são censurados. Muitos homossexuais e transsexuais foram, e continuam sendo, vítimas da ideologia de gênero. Até mesmo a mídia se rende aos grupos LGBTI, por terem medo de sanções econômicas, que podem ocorrer ao expressarem desaprovação pelo lobby da ideologia de gênero.
b) Leis eufemisticamente decretadas como sendo “contra a discriminação, com base na orientação sexual, identidade ou expressão de gênero e características sexuais”, são na verdade tentativas de estabelecer um pensamento monolítico sobre questões onde a liberdade de expressão e o debate deveriam prevalecer. Na Espanha, um exemplo é a lei LGBTI, elaborada pelo partido de esquerda Podemos. A lei visa a aplicação de multas, encarceramento e outras punições pelo crime de discordar do método dos ideólogos de gênero para tratar crianças com disforia de gênero. Alguns desses tratamentos são atualmente considerados ‘abuso infantil’, mesmo em países que os tem utilizado por um bom tempo. Essas leis também propõem a doutrinação obrigatória dos menores em conceitos como diversidade sexual, diversidade familiar, e disforia de gênero. Eles querem consagrar a possibilidade de alguém ser capaz de escolher o próprio sexo, sem dificuldades, até mesmo para crianças de 5-8 anos de idade. Essa doutrinação pseudo-científica é contrária ao direito dos pais de educar seus filhos de acordo com seus valores. Esses valores não são discriminatórios ou violentos, são somente diferentes do que os ideólogos de gênero querem.
4 – A I Conferência Internacional sobre Gênero, Sexo e Educação proclamou a verdade sobre tópicos complexos relacionados à dor e a experiência das pessoas reais.
Estamos seguros de que a verdade irá ajudar a aliviar o sofrimento. Queremos defender o direito das crianças de não serem manipuladas ou adestradas pela ideologia de gênero. Queremos defender o direito dos pais de educar os seus filhos na liberdade. Queremos defender o direito e a responsabilidade dos cientistas de trabalhar e compartilhar as suas pesquisas sem o constrangimento de uma “lei da mordaça”. Esses cientistas estão cumprindo seu dever e buscando a verdade. A ideologia de gênero não é o caminho para dar fim a disforia de gênero e outras questões relacionadas à sexualidade humana. Sob o pretexto de resolver um problema, a ideologia de gênero busca impor uma visão de raízes ideológicas.
5 – Nós publicamente condenamos a estratégia do lobby da ideologia de gênero, o qual inclui a farsa e a coerção. Isso é ainda mais evidente quando essa agenda é cristalizada em leis que institucionalizam a perseguição e restrição da liberdade de expressão, que proíbem alguns profissionais da saúde de se expressar livremente ou tratarem de seus pacientes, e a imposição de uma visão incorreta da sexualidade nas escolas. Pior ainda, a legislação está sendo feita com intuito de perseguir pais que se recusem a seguir os ditames da ideologia de gênero. Tendo em vista essas ameaças, a I Conferência Internacional de Gênero, Sexo e Educação mantém as esperanças no poder da verdade, ciência, democracia e liberdade de expressão.
6 – E por fim, apelamos à sociedade civil e pedimos que tanto organizações e indivíduos defendam ativamente as pessoas que estão sendo censuradas pelos ideólogos de gênero. Qualquer um pode ser um guardião da liberdade de expressão por meio das ferramentas disponíveis nas democracias saudáveis. Esse é um componente necessário que assegura o fracasso dos elementos tirânicos da ideologia de gênero. Por fim, é necessário exigir respeito por aqueles que sofrem e garantir a liberdade daqueles que podem ajudá-los.

Madrid, 23 de Fevereiro de 2018
– Miriam Ben-Shalom (EUA). Professora e ativista. Ex-sargento do exército americano. Fundadora da Associação de Gays, Lésbicas e Bissexuais Veteranos da América (GLBVA).
– Augustín Laje (Argentina). Cientista político, jornalista e escritor.
– Rubén Navarro (Espanha). Advogado. Especialista em direitos humanos. Ele trabalhou para a Holy See e para a Aliança pela Defesa da Liberdade Internacional (ADF).
– Michelle Cretella (EUA) Doutora em Medicina, Presidente do American College od Pediatricians
– Glenn T. Staton EUA). Doutor em filosofia, história e religião, Diretor de Estudos com foco na organização familiar.
– Paul Hruz (EUA). Físico especializado em pediatria endocrinologica, graduado em química e bioquímica e doutor em filosofia; membro do Multidisciplinary Attention Programme of Development Sexual Disorders (DSD) em Washington University in St. Louis (Missouri).
– Gabriele Kuby (Alemanha). Socióloga, escritora e autora do livro The Global Sexual Revolution – Destruction of Freedom in the Name of Freedom, traduzido para 13 idiomas.
– Walt Heyer (EUA). Homem, submeteu-se a uma operação de mudança de sexo da qual arrependeu e depois retornou ao seu sexo biológico.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Revolucao Cultural parte 1

Esse um tema que merece, constante analise, retorno e pesquisas.

Primeiro e necessario comecar com uma afirmacao, um fato.
Esse movimento que hoje testemunhamos que abrange uma linguagem politica nova, com  "movimentos" sociais, ambientalistas, sexualistas  nao comecou agora, mas ja vinha sendo parte da literatura religiosa politica a mais de 20 anos. Logo mais explico porque religiosa.

Acredito que melhor meio de comercar a enteder e colocar isso, dessa forma.
Na europa religiao e Cristianismo catolico sempre coniviveram com a politica secular. A igreja era a base da religiosidade popular  e da  cultural, e tambem presente forma erutida na camada dos intelectuais.
O que signifca  que a tradicao, que abrangia como uma paideia grega,  toda moral , direito, e obras literarias da antiguidade uma especie de humanismo moldavam a imaginacao do homem comum, no sentido do dever, das virtudes e da co-particiapcao do homem na historia, ja que esta nao era produto acabado e dependia , da acao individual em termos "qualitativos".

Nao e necessario muito tempo para perceber que qualquer revolucao em seu aspecto politico, deveria comecar pela questao do dominio  cultural. Era imperioso destruir cutluralmente a influencia do Cristianismo na Europa e no mundo, como etapa anterior a qualquer tipo de revolucao, baseada em outros ideais.

Bom foi isso que fizeram!
No ambito do pensamento criou-se a telogia da libertacao, uma fusao do marxismo e cristianismo, da politica com religiao. A reologia da libertacao tinha dosi propostos a aceitacao do socialismo na critica ao capitalismo e emfraquecimento da ligacao com a Igreja.
O meio escolhido para isso, as universidades!!

 A essa etapa consistia tambem na publicacao de livros, palestra e seminarios, e fase em que a sociedade esta assimilando o novo, e visao tradicional  vai sendo enfraquecida e  removida , como um obstaculo a ser retirado.

E assim que comecou a critica ao capitalismo, ao mercado ao consumo, e no plano da acao poltiica logo apos o desmoronamento do comunismo , correspondeu a ascensao  da democracia social e partidos de esquerda na America Latina.

No meio da dita bagunca de ano de acao intelectual militante, a  abordagem tradicional na politica, das liberdades, ordem e direito natural precisam renascer.

A origem das opiniões dominantes

Esta  e uma publicacao resumida, do artido de Olavo de Carvalho escrita para o Diario do Comercio.

"O verdadeiro fundamento de suas opiniões é sua falta de autoconsciência".

O idiota presunçoso, isto é, o tipo mais representativo de qualquer profissão hoje em dia, incluindo as letras, o ensino e o jornalismo, forma opinião de maneira imediata e espontânea, com base numa quantidade ínfima ou nula de conhecimentos, e se apega a seu julgamento com a tenacidade de quem defende um tesouro maior que a vida. A rigor, não tem propriamente opiniões. Tem apenas impressões difusas que não podendo, é claro, encontrar expressão adequada, se acomodam mecanicamente a qualquer fórmula de sentido análogo, colhida do ambiente, e então lhe parecem opiniões pessoais, como se a conquista de uma autêntica opinião pessoal prescindisse de esforço.
O trajeto mental mesmo que o levou às suas preferências inabaláveis lhe escapa totalmente, por ter sido percorrido à margem da atenção consciente. Literalmente, ele não sabe por que nem como veio a pensar como pensa. Quando lhe perguntamos a via pela qual chegou a tais ou quais conclusões, ele nunca responde com uma introspecção rememorativa, como tentaria fazê-lo o intelectual sério. Improvisa duas ou três justificativas e as incorpora retroativamente à sua auto-imagem, acreditando que sempre pensou assim. Confundindo o presente com o passado, sua autobiografia mental é fictícia, por isto está sempre pronta para ser alterada e justificar qualquer coisa. Quando as justificações se tornam rotineiras e coincidem mais ou menos com coisas ouvidas ou lidas, produzem um sentimento de coerência e solidez.
Não espanta que, diante de uma opinião que lhe desagrade, ele creia instantaneamente que ela se formou como as suas: da preferência emocional para o julgamento dos fatos, nunca ao contrário. E quando lhe mostramos algo dos dados e comparações que fomos trabalhosamente juntando para pensar como pensamos, ele imagina que estamos apenas inventando pretextos a esmo, na hora, para vencê-lo e humilhá-lo, para lhe impor nossas escolhas subjetivas, nossas crenças cegas, nossos “dogmas” como ele tão facilmente os rotula sem notar que inverte o sentido da palavra. Incapaz de recordar seu próprio trajeto interior, como poderia ele revivenciar imaginativamente o nosso? Quanto mais fundamentadas as razões que apresentamos, mais ele as entende como exteriorizações de uma vontade irracional. E, evidentemente, se acontece de nossas opiniões serem minoritárias e inusitadas, e as suas respaldadas na crença comum de um grupo social, aí sua incompreensão radical dos nossos argumentos se vê fortalecida pelo sentimento de ser a voz da razão em luta contra o fanatismo cego e a loucura. Nesses momentos ele pode apelar à louvação convencional da “dúvida” e do “relativismo”, que, desligados da experiência interior correspondente, se tornam eficientes vacinas contra o convite ao auto-exame socrático. Pode também, caso se sinta acossado e inseguro, emitir a nosso respeito um diagnóstico psiquiátrico, usando algum termo técnico recém-ouvido, que embora totalmente deslocado da situação – e às vezes do sentido próprio da palavra — lhe dará uma reconfortante sensação de normalidade e, em geral, encerrará a discussão.
É assim que funciona, hoje, o cérebro de um típico “formador de opinião” brasileiro. A diligência na busca da verdade, o auto-exame constante, a luta com a complexidade dos fatos e com a obscuridade da própria alma lhe são totalmente desconhecidos. O verdadeiro fundamento de suas opiniões é sua falta de autoconsciência. Sua utilidade social e a razão do seu sucesso residem no fato de que ele mantém em circulação o estoque de fórmulas convencionais, colocando-as à disposição de outros indivíduos intelectualmente passivos, que necessitam delas para revestir mal e mal suas próprias impressões subjetivas e adquirir com isso uma ilusão de que sabem do que estão falando. A mera assimilação imitativa do linguajar “culto” torna-se assim o substitutivo cabal da educação para o conhecimento. Pessoas assim formadas não dizem o que percebem nem julgam o que dizem: acreditam no que conseguem dizer, pelo simples fato de que não saberiam dizer outra coisa.
O curso dos acontecimentos históricos reflete o tipo de personalidade dominante em cada época, e a expressão mais clara da personalidade dominante é o estilo da vida intelectual. O declínio abissal da moralidade pública no Brasil não é causa sui: foi antecedido e preparado nas escolas, nos jornais, nas editoras de livros. A atividade intelectual no Brasil se deteriorou e se prostituiu a tal ponto, que mesmo o discurso formal do jornalismo e da comunicação acadêmica – para não falar daquilo que um dia foi a literatura — já não serve de instrumento para a autoconsciência. A linguagem dos publicitários e dos cabos eleitorais tomou tudo. O alvoroço de simular bons sentimentos e demonizar o inimigo pela via mais fácil bloqueia toda possibilidade de reflexão séria sobre as próprias palavras. O sujeito lê o que escreveu ontem e não percebe que hoje está escrevendo o contrário. A impressão do momento é tudo, o senso de continuidade autobiográfica – para não falar da consistência lógica — se dissolve numa sucessão minimalista de lampejos inconexos. Com ele, vai embora toda aspiração de responsabilidade intelectual, mesmo vaga e remota. A coesão emocional do grupo – tão inconsistente nas suas idéias quanto qualquer dos indivíduos que o compõem – torna-se o sucedâneo vantajoso da coerência. Vantajoso porque não dá trabalho e infunde no sujeito uma impressão de solidez absoluta e inquestionável, enquanto toda coerência genuína é um equilíbrio precário gerado na luta para vencer as contradições. Agora não há mais contradições. Foram abolidas pela solidariedade grupal, onde a mudança em uníssono se torna uma espécie de continuidade, a única possível em tais circunstâncias.
Esse estado de coisas transparece em mil e um detalhes do dia a dia. Um dos mais interessantes dos últimos tempos é a facilidade, a desenvoltura com que jornalistas, intelectuais e políticos de esquerda, até ontem alinhados firmemente com o que quer que viesse do governo petista, aparecem de repente esbravejando contra o desarmamento civil e fazendo a apologia dos “direitos individuais” como se tivessem sempre pensado assim, como se não tivessem colaborado ativamente, com devota obediência, para a construção do Golem petista e a dissolução do individual no estatismo coletivista. Luís Fernando Veríssimo, Jô Soares, Mauro Santayana e o PSTU inteiro repetindo com a maior naturalidade argumentos que parecem saídos diretamente dos boletins da National Rifle Association são exemplos na infinita plasticidade de caráter da elite esquerdista nacional, um fenômeno que não consigo explicar para os americanos de jeito nenhum.