segunda-feira, 16 de julho de 2018

A ditadura das palavas e a que vem primeiro

infelizmente não ha resgate fácil das universidades da condição atual em que se encontram, principalmente devido a nova esquerda ter encontrado ali o material que precisava.
O novo proletariado agente revolucionário, não são mais os trabalhadores mas os  universitários.

Sempre houve certa harmonia e  convívio pacifico entre filosofia, religião e arte que tratavam de mostrar uma rica realidade as quais produziram cosmovisões antigas.
Basta olhar para as dezenas de obras produzidas na antiguidade grega, no Oriente médio e na idade media, a liberdade de pensamento e única causa responsável pelo um florescimento cultural tao grande, todas essas realizações dos antigos  não se comparam com meia dúzia de xingamentos e clichês aprendidos por estudantes.

Sem ser capaz de rastrear a origem de nossas opiniões não e possível saber quem nos controla. O próprio esquecimento de algo que deveria ser base dos estudos a presença da realidade, ja e um fato anormal constatado. A ditadura das palavas e a que vem primeiro , dizia George Orwell, novelista ingles, autor do clássico 1984, Big Brother.

No Brasil especialmente na area de humanas historia , filosofia, sociologia e derivados, preparece para se deparar com novas teorias, conceitos-chaves, e uma serie de modismos ambientalistas  que formam uma cultura orgânica cuja função e remodelar sua visão de mundo. Tudo isso e capaz não de lhe transmitir uma realidade mas  dominar e dirigir  suas acoes.

Se a coisa mais natural e nossa presença e percepção do mundo, e desde da idade infantil ate o amadurecimento vivemos uma  tentativa de expressar essa experiência  e para isso a posse da linguagem e essencial,  cada vez capaz de  abarca níveis de complexidade maiores.

Na universidade se da o oposto, quanto mais reduzido e rebaixado o vocabulário, mas revolucionário voce se torna.
A percepções da realidade não podem sem boa formacao da imaginação e a apropriação de uma linguagem e isso so vem com habito de leutura apropriada para isso  vem pelo contato com canom ao enriquecimento de sua visao do mundo e das coisas vem porque vc aprendeu a ver com as  obras de grande valor, estilo, beleza. Escritores grandes em certo sentido tanto são originais como imitam outras boas obras.

Uma vez que isso inexiste no Brasil ha anos, a coisa mais natural para os alunos e repetir clichês e chavões como investimento em educação, jovem e o futuro e a lista segue sem fim

Hoje essa e a forma de comunicação em boa parte das  universidades federais. O divorcio entre palavra e realidade ja se tornou natural por mais que certos termos levem apenas a divacoes confusas sem dizer nada. 
Na moda desconstrucionista foi dito que as palavras não devem ter conteudos rígidos, e assim fica fácil acrescentar-lhe qualquer significado desejável em vista de conforma-la, ou justificar uma acao ou sistema politico.
Ja que não somos educados segundo o modo cultural antigo  o automatismo mental  e a confusão são os dois unicos resultados possíveis. Claro que concordância automarica dispensa requer muito pouco do uso da  inteligência.
A inteligência era base do dialogo filosófico antigo, e esse método espalhou-se com helenismo e  os metodos de Aristoteles foram conhecidos e utilizados nas diversas "escolas", sendo naturalmente encontrado na escrita seja na teologia, no direito, na literatura.

No plano educacional Olavo de Carvalho tem reforcado que uso to termo doutrinação a essa situação e  inapropriado. Doutrinação  que ocorre quando  duas doutrinas ou sistemas por exemplo econômicos são apresentados, em uma aula.

O que se tem hoje e algo bem sutil e diferente, como dito acima o modo que palavras e conceitos lhe são apresentados, se aceitos de forma imediata e inquestionável (afinal voce não quer parecer o aluno chato)  esse cacoetes de pensamento se tornaram  um obstáculo  para o genuíno pensamento.

Chavões, frases-feitas, clichês, estereótipos ou como se queira chamá-los  existem para que o sujeito que não pensou num assunto possa obter a concordância imediata de outro que também não pensou. Onde quer que você ouça ou leia um desses maravilhosos substitutivos do pensamento, pode ter a certeza de que está assistindo a um encontro de dois corações que se apóiam e se reforçam mutuamente sem nenhuma interferência do objeto sobre o qual fingem estar conversando (cf,  artigo Chavões e realidades de Olavo de Carvallho).

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